Donald Trump diz que Irã está ‘sem dinheiro’ e à beira do colapso
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã vive um colapso financeiro em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e ao bloqueio naval imposto por Washington.
A declaração foi feita em publicações recentes, nas quais o republicano sustenta que a economia iraniana está sob forte pressão e enfrenta perdas diárias bilionárias.
Segundo Trump, o país estaria “sem dinheiro” e acumulando prejuízos de cerca de US$500 milhões por dia, em grande parte devido às restrições ao comércio e à dificuldade de escoar petróleo.
O Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportações energéticas, tornou-se ponto central da crise, com o governo norte-americano condicionando qualquer avanço diplomático à manutenção da pressão econômica.
O bloqueio naval dos EUA contra portos iranianos foi iniciado em abril de 2026 e tem como objetivo restringir o fluxo de mercadorias e reduzir a capacidade financeira do regime.
A operação afeta diretamente a principal fonte de receita do país, já que o petróleo representa parcela significativa das exportações iranianas.
De acordo com as declarações do presidente americano, a crise econômica já estaria refletindo internamente, com relatos de insatisfação entre integrantes das forças de segurança iranianas devido a atrasos salariais.
Trump também afirmou que Teerã busca reabrir o Estreito de Ormuz com urgência para conter o agravamento da situação econômica.
A pressão econômica é tratada pela Casa Branca como peça central na estratégia para forçar concessões do governo iraniano em negociações.
O presidente dos EUA defende que o bloqueio deve ser mantido como instrumento de barganha e já indicou que sua retirada reduziria significativamente a capacidade de negociação de Washington.
Enquanto isso, o cenário permanece instável. O conflito entre os dois países, intensificado nas últimas semanas, já provocou impactos no mercado global de energia e elevou o risco de novos confrontos militares.
Tentativas de negociação seguem em curso, mas ainda sem avanços concretos diante do endurecimento das posições de ambos os lados.
Fonte: Diário do Poder

