Flávio defende Trump: Democracia rejeita atentado com balas ou facas

Published On: 26/04/2026 15:18

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O senador e pré-candidato a presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL), disse neste domingo (26) que incluiu em suas orações o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump e todos que foram surpreendidos por um atirador em jantar de gala, em Washington, neste sábado (25). E ressaltou que a democracia rejeita atentados com balas ou facas, por motivação política.

“Tentar tira a vida de quem pensa diferente usando balas ou facas não cabe numa democracia. Que Deus nos proteja desse tipo de violência lá ou aqui no Brasil”, disse Flávio, em uma clara referência ao seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vítima de uma facada em ato de campanha presidencial de 2018, em Minas Gerais.

Trump foi atacado durante jantar de gala em Washington por um atirador que foi doador da frustrada campanha eleitoral de reeleição da ex-presidente Kamala Harris, derrotada em 2024 pelo atual presidente dos EUA.

Na entrevista coletiva que concedeu na Casa Branca, após o ataque, Donald Trump não citou adversários, mas lembrou ataques anteriores a integrantes de seu Partido Republicano, apelando por paz. O republicano sofreu outros dois ataques em 2024, quando levou um tiro na orelha ao discursar em comício na Pensilvânia, e ao ter descoberta uma tocaia armada no campo de golfe de sua propriedade, em West Palm Beach.

Ao ser atacado ontem, Trump foi retirado às pressas do jantar com jornalistas que cobrem a Casa Branca, no hotel Washington Hilton. O atirador de 31 anos, identificado como Cole Allen, invadiu o local correndo, passando por agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos. Ele portava revólveres e facas, baleou um dos agentes atingido em seu colete. O agente já teve alta hospitalar e o atirador foi preso.

Também neste domingo, o presidente Lula (PT), que disputará a reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro, ofereceu solidariedade a Trump e às vítimas do atentado. O petista disse que o Brasil repudiou o ato que considerou uma violência política que afronta a democracia.



Fonte: Diário do Poder

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