Valcides de Araújo abre seminário internacional do Sesc-DF

Published On: 24/04/2026 04:23

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O diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, abriu o Seminário Internacional “Cultura para Quê? Centros de Arte, Decolonialidade e Futuros Possíveis”, destacando o protagonismo da instituição no fortalecimento das políticas culturais e na promoção do pensamento crítico no Brasil. A iniciativa já se consolida como uma das mais relevantes do calendário cultural nacional.

Durante a abertura, Valcides resgatou sua trajetória pessoal, ao relembrar a origem em Ceilândia, enfatizando a importância de políticas inclusivas e do acesso à cultura para populações em situação de vulnerabilidade. O discurso reforçou o compromisso institucional com a democratização dos equipamentos culturais e a ampliação de oportunidades.

O diretor também destacou a construção do novo Centro Cultural do Sesc-DF, em Brasília, apontando o espaço como estratégico para integração de artistas, circulação de conhecimento e projeção internacional da produção cultural. Segundo ele, a estrutura será um ponto de conexão entre o Distrito Federal e o cenário global, com capacidade para receber grandes nomes das artes em diferentes linguagens.

Valcides ressaltou ainda o modelo de financiamento do Sesc, sustentado por contribuições do setor empresarial, e o alcance das ações da instituição nas áreas de cultura, assistência social, esporte, lazer e educação. Ele também reconheceu o trabalho das equipes envolvidas na realização do evento e o apoio institucional que viabiliza projetos de grande escala.

O seminário reúne importantes nomes do pensamento contemporâneo, como o líder indígena Ailton Krenak, a urbanista Raquel Rolnik e a pensadora Suely Rolnik, além de representantes de instituições internacionais como a Universidade de Yale.

Com programação ampla, o evento promove debates, conferências, oficinas e intervenções artísticas, organizados em eixos temáticos que abordam questões como fronteiras culturais, migração, meio ambiente, memória e saberes originários. As discussões também contemplam temas centrais como racismo, colonialidade, extrativismo e novas formas de existência, ampliando o diálogo entre diferentes perspectivas e territórios.

Fotos: Vagner Carvalho – Sesc-DF

Fonte: Tudo Ok Notícias

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